sábado, janeiro 30

Poderá o Ser Humano ser Imortal???

Achei este artigo um tanto interessante e nada impossível, pois para o homem hoje em dia nada mais é impossível. Estima-se que daqui 30 ou 50 anos, com toda essa parafernália de remédios e com o avanço da tecnologia os seres humanos poderão ser imortais e saudáveis.

A princípio você pensará: Ah, isso só acontece em filmes de ficção científica. Qual nada!!! Saiba que a evolução do sonho da vida eterna está mais próxima da realidade do que se imagina. A vida consiste em três etapas fundamentais: nascimento, vivência (desenvolvimento e reprodução para a preservação da espécie) e morte. O humano é o único dos seres vivos que sempre questionou sua própria existência e, consequentemente, a morte.

Pode-se dizer que a imortalidade é um conceito ambíguo, uma vez que muitas pessoas consideram que se atinge a imortalidade ao ser perpetuado na História, por exemplo como responsável por grandes feitos políticos, sociais, artísticos, entre outros. Já em outro entendimento acerca do mesmo conceito, trata-se de vencer a morte literalmente, ou seja, existir fisicamente pela eternidade e não apenas em memória e ainda do jeito que se quer.

Sabemos que a morte sempre foi um tabu para a humanidade e diferentes culturas concebem este fenômeno da vida de maneiras bem características.

Essa questão fascina o homem desde o Egito Antigo. Os egípcios acreditavam que era necessário conservar o corpo do defunto para dar suporte à alma durante sua jornada rumo à vida eterna. Tanto é verdade que o corpo dos faraós era submetido a diversos rituais religiosos — que visavam a conceder sorte e proteção ao faraó — e procedimentos médicos para retardar o processo de decomposição do corpo.

Essas técnicas são, na atualidade, consideradas rudimentares, mas que contribuíram para a evolução da Medicina e da Anatomia, áreas em constante aprimoramento que dentro dos seus principais objetivos está a preservação da vida, pelo maior tempo possível.

Junto às ciências médicas e com a mesma finalidade de postergação da morte, estão as diversas áreas tecnológicas, como, por exemplo, a nanotecnologia e a robótica.

Humanos eletrônicos O marca-passo é um aparelho eletrônico que possui o objetivo de regular os batimentos cardíacos através de impulsos elétricos. Sabemos que o dispositivo ajuda a salvar inúmeras vidas de pessoas com problemas cardíacos. Imagine se a mesma lógica do marca-passo, ou seja, utilizar estímulos elétricos para auxiliar no funcionamento de determinado órgão, fosse adaptada para outros órgãos?

No campo da robótica, o desenvolvimento de membros mecânicos — as chamadas próteses — para pessoas que tiveram algum membro amputado já não é mais uma novidade, assim como a utilização de robôs-cirurgiões com precisão milimétrica em microcirurgias. Entretanto, se pararmos para analisar, os robôs mais recentes não são criados exclusivamente para auxiliar nas atividades humanas, mas também são programados com a finalidade de imitar a própria vida humana.

O ano passado ocorreu, em Curitiba, a maior feira de tecnologia da América do Sul, a Robotec Fair 2009. A feira de robótica reuniu curiosos e amantes de tecnologia interessados em conhecer os projetos de diversas instituições de ensino e empresas. Sem dúvida alguma a atração eleita como a mais interessante pelos visitantes foi a Actroid, da Kokoro, empresa do grupo Sanrio.

A robô, réplica de uma mulher japonesa, é considerada a representação mais próxima do ser humano até hoje. Além das características físicas, a Actroid é capaz de reproduzir de maneira convincente movimentos e expressões típicas do homem enquanto responde ao público uma das 600 frases já programadas, mesmo que sejam um tanto limitados e não naturais.

O que se pretende com isso? Imortalizar a raça humana? Se sim, seria o robô um exemplar da raça humana? Se levarmos em consideração as pesquisas quanto à possibilidade de transformar toda a informação contida no nosso cérebro (sejam habilidades, lembranças, gostos ou sentimentos) em dados que possam ser lidos por máquinas, estas poderão até ser consideradas como os meios de as pessoas alcançarem a imortalidade. Isso se você acreditar que o ser humano é somente a sua racionalidade, o que pode ser contestado por diversas religiões, que consideram a alma como a verdadeira essência do homem.

Produção de órgãos sintéticos Não é necessário discorrer sobre como a tecnologia evoluiu a favor da medicina ao longo das décadas e como isso contribuiu para a qualidade de vida das pessoas. Hoje em dia, vacinas e remédios são tratamentos extremamente comuns no combate de doenças, mas que levaram anos para serem descobertos. Agora imagine o quanto tempo demorou para aprimorarem-se as transfusões de sangue e transplantações de órgãos.

A primeira cirurgia de transplante foi registrada em 1954, na cidade de Boston, Estados Unidos, quando o médico Joseph E. Murray fez o implante de rim entre dois gêmeos idênticos. No Brasil, o primeiro transplante foi realizado em 1964, no Rio de Janeiro. Apesar dos dez anos de distância entre essas datas, o Brasil ocupa a segunda posição no ranking de países com maior número de transplantes por ano, ficando atrás da terra do Tio Sam.

O auxílio prestado pelo SUS (Sistema Único de Saúde) quanto aos custos da operação contribui para o aumento de transplantações. Isso porque o Sistema é responsável pelo financiamento de 86% das cirurgias do gênero, ou seja, doador e receptor não precisam pagar pelos custos médicos. O número deve aumentar com as novas regras do Sistema Nacional de Transplantes, que passará a financiar também os transplantes de pele.

Mesmo com os investimentos na área, são mais de 60 mil pessoas esperando na fila por um transplante. O risco de rejeição é alto porque o sistema imunológico é capaz de distinguir, através de proteínas, sangue e tecidos do organismo dos corpos estranhos que possam vir a causar malefícios. O sistema produz anticorpos para combater o novo órgão caso o identifique como nocivo.

Entretanto, uma tecnologia que pode ser considerada uma grande esperança para os transplantes e, consequentemente, para a obtenção da vida eterna é a produção de órgãos sintéticos dentro de laboratórios. Isso já é uma realidade considerando que é possível atualmente produzir, por exemplo, um pâncreas humano para a produção de insulina.

  • E você, gostaria de viver para todo o sempre. Amém???

Fonte de pesquisa: Google / Lulucha

3 comentários:

Lauro Daniel disse...

Olá,

Esta é a melhor postagem que já encontrei no Dihitt!

Acredito sim que seja perfeitamente possível, aliás, pretendo ser cientista e este é um dos mistérios que pretendo desvendar!

NADA É IMPOSSÍVEL!

Basta acabar com as besteiras e o atraso que as religiões causam por um mundo de realidade que busca o melhor para todos os seres humanos, sem mentiras e ilusões.

Grande Abraço;
Lauro Daniel

Fernando Monção - disse...

Comadre Lulucha...
Tem um conceito de Chopra, embasado na física quantica que merece atenção...
O conceito é lógico e portanto plausível, segundo Chopra e a ciência, nossas células são fabricadas a todo instante e estão nascendo e morrendo o tempo todo e renovando os orgãos e tal...
As células do fígado são as que vivem mais tempo... no máximo 3 meses, isso quer dizer que nosso corpo todo tem no máximo 3 meses, certo?
que a receita que a medula recebe pra preparar as celulazinhas bebês, rs, é uma ordenação do DNA + a ENERGIA DAQUELE INSTANTE... OPA!?
Ele afirma que nós interfirimos na receita das células que estão nascendo agora, e que meu pensamento, fonte geradora da tal ENERGIA, pode ser controlado por mim...
Caráca, esse cara vem curando muita gente de males sérios as pampas...
trocando a receita...
Leiam Chopra, vale a pena.

Acho completamente real essa afirmação da matéria que você postou, e te agradeço por trazê-la pra nós,
forte abraço,
seu compadre,
Fernando.

Edvalter disse...

Algo indescritível grita em meu íntimo que é possível, que os momentos eternos que passamos com os amigos, pais e filhos não fariam sentido se não fôssemos nos reencontrar e viver uma nova etapa, que somos muito limitados no aprendizado como disse o amigo Paulo Henrique no diHitt para tomarmos decisões eternas, que apenas desfrutamos de uma mísera parcela de funcionamento de nosso maravilhoso cérebro e que por fim, o que pode ser sonhado e imaginado pode ser realizado, só demanda tempos diferentes, "impossível é aquilo que demora a acontecer", ontem foi descoberto que os "mortos-vivos" têm consciência da vida, o homem não sabe nada para julgar os valores que não dispõe de conhecimento. SIM, SOMOS ETERNOS GRAÇAS A DEUS E TEMOS MUITO A REALIZAR AINDA! Excelente postagem Patchula!!