quarta-feira, julho 14

Anestesia Porque Temos Tanto Medo???

Sempre que marcamos uma cirurgia, qualquer cirurgia, a coisa que mais nos preocupa é a anestesia. Porque será que tememos tanto essa picada??? 

O principal papel da anestesia é fazer com que o paciente fique inconsciente, sem dor e sem reação às manobras do cirurgião durante a cirurgia. Mas mesmo com tantos benefícios, ela ainda é fonte de muito medo e ansiedade para a maior parte das pessoas.

Não é raro encontrar alguém que adia a plástica com receio da anestesia. Mas afinal, porque ela provoca tanto medo? Tudo vem lá de trás, de um tempo em que não eram usadas drogas muito seguras e não havia tantos parâmetros de monitoramento durante a cirurgia. Atualmente, isso não passa de mito, já que, como tudo na Medicina, a anestesia evoluiu, os profissionais estão mais especializados e o procedimento, como um todo, mais seguro.

É fato que os problemas ocorrem mais frequentemente na indução e no despertar. Na indução da anestesia, antes da cirurgia, podem ocorrer reações anafiláticas a algumas drogas, podendo ser revertidas ou não. Já no despertar, dependendo do perfil do paciente, podem surgir complicações. Quem fuma, por exemplo, tem uma quantidade enorme de secreção que pode provocar engasgo.

Diante de tudo isso, surge a recomendação: lembre-se de não esconder nada do seu cirurgião plástico e anestesista. Informe os profissionais sobre acidentes de anestesia ocorridos com familiares, alergia a determinados medicamentos e nunca esconda o uso de drogas, porque algumas delas interagem com anestésicos e os resultados podem ser catastróficos.

Sintomas normais

Ao acordar da anestesia, alguns sintomas são bastante comuns. O mais frequente deles é o frio, pois a pessoa perde calor para o meio em que se encontra – neste caso, uma sala cirúrgica com ar condicionado ligado e, assim, bastante fria. Também é comum vomitar. Isso acontece tanto por sensibilidade quanto por uso de analgésicos potentes, como morfina e seus derivados, que causam náuseas e vômitos em grande parte da população.

Nesse período, pós-anestesia, é importante relatar aos profissionais tudo o que estiver sentindo, mesmo que pareça normal ou pouco relevante, para que ele tenha o controle do seu quadro. E não hesite em perguntar e questionar tudo o que quiser.

Conheça seu ANESTESISTA

Assim como você senta em consulta com seu cirurgião plástico, é indispensável encontrar o anestesista antes de passar pela cirurgia. É nessa hora que você vai tirar todas as dúvidas, passar seu histórico e receber as orientações necessárias, como fazer jejum e manter ou suspender medicamentos.

Ao conhecer o perfil e diagnosticar o grau de ansiedade em relação à anestesia, o profissional pode receitar remédios no pré-operatório e também administrar uma medicação pré-anestésica, para que o paciente já chegue dormindo e não lembre sequer de ter entrado na sala de cirurgia. Aos poucos, a maioria dos pacientes se acalmam e relaxam.

Fonte de pesquisa: Procorpoplastica.com


ANESTESIA EM TRATAMENTOS DENTÁRIOS: POR QUE TANTO MEDO?
Essa picadinha neste local, é a pior de todas....
Boa parte dos pacientes que precisa de tratamento odontológico tem medo de ser anestesiado. Afinal, por que a anestesia causa tanto receio? Para os dentistas há algumas razões que levam as pessoas a sentirem desconforto diante desta situação. Em primeiro lugar, isso acontece pelo fato de o medicamento ser injetável e poucas pessoas superam o temor infantil da famigerada injeção. Depois, trata-se de uma substância química que pode causar reação alérgica e esse fato, por ser conhecido, assusta quem não tem conhecimento médico.

A anestesia, entretanto, é um recurso seguro, necessário e eficiente no tratamento odontológico. É infiltrado um medicamento por meio da injeção para tirar momentaneamente a sensibilidade de uma região da boca e poder tratar um ou vários dentes. Também é possível recorrer a ela para descobrir em qual dente o paciente sente dor, já que é comum ele se queixar que não sabe onde exatamente está o problema. Existem basicamente dois tipos de anestésicos, que são usados conforme a região que se quer anestesiar.

Há casos em que o paciente não deve ser anestesiado. Quem possui hipertensão arterial, alergias diversas, histórico cardíaco ou vascular dignos de cuidados, é recém-transplantado, tem histórico de acidente vascular cerebral, está grávida ou desconfia de algum problema de saúde não deve ser anestesiado. Por isso, é importante avaliar cada pessoa individualmente antes do procedimento odontológico. Usuários de drogas também não podem receber anestesia.

Todos os dentistas passam por disciplinas na universidade que ensinam a lidar com a anestesia, portanto, os riscos são reduzidos ao menor índice possível. Tomando os cuidados necessários e havendo um bom diálogo entre o dentista e seu paciente, crianças, adultos e idosos receberão anestesia adequada e doses coerentes com suas condições físicas, podendo usufruir de um tratamento confortável e minimamente invasivo. Mas que a picada doi, isso doi, talvez até mais do que o tratamento em sí, pois conforme a localização que a anestesia for aplicada as picadas ficam doendo por dias.

ESPECIALIDADES ODONTOLÓGICAS:

Ortodontia: A Ortodontia é uma especialidade da Odontologia que cuida da prevenção e do tratamento dos problemas dos dentes em má posição nas arcadas dentárias, por meio do uso de aparelhos ortodônticos. O motivo que leva o paciente ao uso de aparelho de correção nem sempre é de ordem estética; também pode ser de saúde.

Clínica Geral: Um clínico geral atua em todas as especialidades, de modo especial em Dentística e Prevenção. A Dentística Restauradora é a especialidade que restaura os dentes a partir de materiais manipulados em consultório. Seu objetivo principal é restabelecer a forma, função e estética perdidas. A significativa evolução dos instrumentais e materiais odontológicos levou gradativamente à substituição dos processos artesanais, dolorosos e agressivos. Tal fato permitiu a permuta do amálgama por resinas compostas fotopolimerizáveis de última geração.

Endodontia: É o tratamento e remoção do tecido vivo do dente, localizado na câmara pulpar: a polpa dentária. Esta é atingida geralmente por um processo de cárie, e, quando removida, é substituída por uma pasta obturadora.

Periodontia: A Periodontia trata dos assuntos relacionados ao periodonto, que é composto pelas gengivas, pelo osso de suporte (onde o dente se encaixa na maxila e na mandíbula), pelas fibras periodontais, que ligam o dente ao osso e dão suporte às gengivas. No início da sua existência como especialidade, a Periodontia contava somente com instrumentos manuais grosseiros para raspagem, no entanto, ela se desenvolveu com o uso de instrumentais, dispositivos e aparelhos como o ultrassom e jato de bicarbonato.

Cirurgia Oral Menor: É o tratamento cirúrgico de algumas anomalias existentes na boca. São cirurgias simples realizadas no consultório, que exigem anestesia local, como extrações, remoção cirúrgica do freio labial superior e/ou freio lingual inferior, remoção de cistos, biópsias na cavidade oral, cirurgias bucais de pequeno porte e pequenas correções ósseas.

Odontopediatria: A Odontopediatria é a especialidade que trata de crianças e adolescentes, que cresceu e se modernizou, aliando-se com a psicologia para melhor atender e lidar com o comportamento infantil, proporcionando tratamentos cada vez menos traumáticos e mais agradáveis às crianças, buscando manter sadios, funcionais e bonitos os elementos dentários decíduos ou temporários, até o momento da sua substituição natural.

Prótese: O tratamento de prótese tem como objetivo substituir um dente ou um conjunto deles, perdidos ou ausentes, por dentes artificiais. Existem vários tipos de prótese, confeccionados em diversos materiais.

Implantodontia: Implante dental é a colocação de um cilindro dentro do osso para substituir uma raiz perdida. Sobre esse parafuso é colocado um dente artificial (prótese). A opção por implante é do paciente, mas deve ser orientada pelo seu dentista.

Radiologia Odontológica: É o conjunto de técnicas que possibilitam uma visão dos elementos dentais e tecidos ósseos, proporcionando uma visão abrangente do paciente e permitindo um exame com maior detalhamento.

Fonte de pesquisa: Rio Total.com e Lulucha

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